De Ponta Cabeça
27 04 2008
por Priscilla Santos
Você deve ter passado a vida inteira ouvindo a expressão: tempo é dinheiro. Como se cada segundo desperdiçado equivalesse a moedas indo pelo espaço. Também deve ter escutado aos montes sobre a sociedade materialista e seus supostos males à humanidade. Leia o resto deste post »
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O “crime” de Luciano Huck
2 12 2007Sei que é até um pouco tarde para comentar o assunto, mas é que relendo essa carta do diretor da Redação da Revista Época, senti necessidade de deixar registrado que concordo PLENAMENTE com ele!

Não conheço Luciano Huck. Não costumo ver seus programas na TV. Sei que ele é um apresentador de sucesso. Sei que é rico. Sei que é casado com uma linda mulher, chamada Angélica. Sei também que, no início do mês, ele foi assaltado em São Paulo e levaram-lhe um relógio da marca Rolex. Movido por sua experiência pessoal, Huck escreveu um artigo cheio de revolta para protestar contra a violência urbana. É verdade que o valor e o teor de seu artigo são discutíveis. É verdade que Huck pode ser considerado um “mauricinho mimado”, um “alienado em sua gaiola de ouro”, que demorou a perceber o alcance do problema na sociedade brasileira. Tudo isso pode ser verdade. Mas tudo isso também é direito dele. Luciano Huck tem direito a ser mimado, tem direito a ser “mauricinho”, tem direito a ser alienado e tem direito a escrever o que quiser e a publicar onde bem entender. Luciano Huck também tem direito a ser rico e a fazer sucesso. Luciano Huck, pelo que consta, não cometeu nenhum crime. Foi o assaltante que levou seu relógio quem cometeu. Por que, então, tamanha revolta e tamanho ódio contra o artigo de Huck – em blogs, cartas de leitores e manifestações populares – e tão pouca revolta contra o criminoso?
Eis um mistério da alma brasileira.
A alma que vê um criminoso no rico que faz sucesso e um coitado, ou até uma vítima, no pobre que cometeu um assalto. A alma que condena um filme como Tropa de Elite – um retrato da guerra entre polícia e tráfico no Rio de Janeiro – apenas porque ele não transforma os policiais em vilões, mas trata-os como gente cruel, mas de carne e osso. A alma que é incapaz de enxergar uma contradição flagrante na juventude que consome as drogas que financiam a violência e, ao mesmo tempo, vai às ruas protestar pela paz. Se quisermos ter esperança de, algum dia, viver numa sociedade menos violenta, essa alma precisa mudar. Que o Brasil não perca a oportunidade oferecida por Tropa de Elite e pelo caso de Luciano Huck. É o momento de deixar claro o que é crime e o que não é, quem é culpado e quem, como Huck, é inocente”
─ Helio Gurovitz
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Carreira x vida pessoal
30 11 2007 
“Como conciliar a vida profissional, cada vez mais exigente, com a vida pessoal, que, igualmente, tem solicitado mais, para que possamos satisfazer a família, os amigos e nossas necessidades interiores?”
Carla Rodrigues - Leitora da Revista
Por Simone Serpa
Revista Vida Simples - Editora Abril - Dez/07
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O último feitiço de Harry Potter
16 11 2007
Chega ao fim épico do bruxo inglês que vendeu 2 milhões de exemplares no Brasil
Por Ana Paula Corradini*
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Eau de Cologne
12 11 2007Coisas interessantes das pesquisas que faço para o trabalho:

Mesmo em guerra, Napoleão Bonaparte banhava-se com perfume. Segundo a história, ele despejava um frasco de Água de Colônia sobre a cabeça todas as manhãs. Tanto era seu gosto pela fragrância que ele se tornou garoto propaganda do Kölnisch Wasser - produto registrado em 1714 na cidade de Colônia, na Alemanha, pelo italiano Jean-Marie Farina. O frasco do perfume era feito sob medida para Napoleão carregá-lo em sua bota. Esse perfume é comercializado ainda hoje pela Roger Gallet, com o nome Eau De Cologne.
Fonte: Freedom Comunicações
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Buemba! Buemba!
10 11 2007
Estava lendo a revista Brasileiros (n.4/Outubro de 2007) e me deparo com uma matéria muito boa sobre o José Simão! Eu sou fã dele. Morro de rir com as coisas que ele escreve, e não foi diferente dessa vez. O trecho em que quase passei mal de tanto rir:
O melhor da semana ficou por conta da Lucianta Gimenez, minha morenanta predileta. Preta Gil explicava que seu pai (o ministrel Gil) teve dificuldade em registrá-la porque o escrivão não queria aceitar o nome Preta. E aí o pai argumentou: ‘Por que não pode Preta se tem Branca, Rosa, Violeta?’. E a Lucianta: ‘PRISCILA’. Priscila agora é cor? Priscila, a Rainha do Deserto! Arco-íris gay. Aliás, esse é o arco-íris da Lucianta: preta, branca, rosa, violeta e Priscila. Daltonismo mental! A Lucianta Gimenez devia ter uma sitcom. I LOVE LUCIANTA!
hauahauahauahuahauahaua ^^
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